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por Patricia Joaquim
Nova no mercado | 8 de fevereiro de 2011

Nova no mercado, Globalweb mira a liderança da distribuição de soluções na nuvem

A empresa, que nasceu em outubro do ano passado, conta 400 colaboradores e afirma que possui R$ 30 milhões em contratos já fechados
crédito: Patricia Joaquim Claudio Pecorari: Temos de evangelizar o mercado. Mas a transição para nuvem é um fato irreversível

Claudio Pecorari: Temos de evangelizar o mercado. Mas a transição para nuvem é um fato irreversível

Com foco totalmente voltado a computação em nuvem, a Globalweb, empresa brasileira especialista em soluções baseadas na nuvem, terceirização de infraestrutura, governança em TI e consultoria, quer se tornar um verdadeiro shopping de TI na internet. A proposta é oferecer, ali, na web, recursos tecnológicos para empresas de todos os portes e segmentos de mercado, não só do Brasil, mas de toda América Latina.  

Para endossar o movimento ousado na nuvem, parcerias com empresas como Symantec, Benner, Check Point, UOL Host, Microsoft, Positivo e Salesforce – é claro – aparecem no portfólio de oferta.  A meta, nada modesta, é faturar R$ 170 milhões dentro de cinco anos. À frente da operação está Claudio Pecorari, ex-Diveo e personalidade conhecida no mercado. E liderando o time de canais está Renato Panessa, 14 anos na área de tecnologia e ex-NFe do Brasil.

Se, apenas pelo peso das parcerias firmadas e dos executivos citados, você ainda não se convenceu de que a empresa veio para mexer com o negócio de TI, atente-se a mais esta relevante informação: a oferta de serviços, a preço competitivo, está garantida com a aliança da empresa com a CoreSite, um dos maiores data centers dos Estados Unidos.  ”A empresa nasceu no Brasil e foi constituída nos Estados Unidos, onde está situada nossa sede. Temos acionistas privados e um ou dois fundos de private equity. É uma startup com capital privado”, revela Pecorari, em entrevista exclusiva à CRN Brasil.

O executivo não abre quem são os possíveis investidores, no entanto, boatos de mercado dão conta de que a empresa faz parte do Grupo TBA, formado pela B2Br, TrueAccess, NFedoBrasil. Também no blog oficial do Grupo, junto com o logo das três empresas citadas, aparece o logo da Globalweb. Procurado pela reportagem, a TBA não confirmou sua participação na companhia.

O fato é que a empresa, que nasceu em outubro do ano passado, conta 400 colaboradores e afirma que possui R$ 30 milhões em contratos já fechados, atendendo seus clientes por meio de seus escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Por meio de um comunicado divulgado a toda imprensa, a Globalweb informou que o funcionamento e a entrega de resultados são assegurados por um rigoroso contrato de nível de serviço (SLA, na sigla em inglês). O leque de produtos e serviços que podem ser contratados da empresa inclui hosting services, full outsourcing, e-mail e colaboração, consolidação de servidores, armazenamento e backup, nota fiscal eletrônica, service desk, consultoria de implementação para data center e segurança da informação, dentre outros.

O que é de interesse dos canais

Por meio de road shows pelo País, já foram captados cerca de 300 parceiros. Na visão do diretor de canais, Renato Panessa, o maior desafio está na capacitação e treinamento das novas ofertas. “A ideia é fazer com que cem canais fiquem totalmente ativos”, conta. Parte do trabalho de Panessa tem sido focado em fomentar a capacitação, bem como oferecer todo o suporte e condições de negócios aos parceiros.

A Globalweb irá atender diretamente às médias e grandes empresas, que estão classificadas por tipo de atividade, faturamento e número de colaboradores, segundo os executivos. “Mas o canal poderá mapear projetos e oportunidades. Por outro lado, podemos inserir parceiros em nossos projetos”, aponta Panessa ao explicar que a empresa terá dois tipos de canais: comerciais e de serviços.

Os ISVs e as software houses também estão na mira da Globalweb que deve funcionar com uma incubadora de empresas nacionais. “Eu pego o produto desse parceiro e homologo. Depois vendo como Globalweb”, afirma o executivo.

Daqui pra frente

A empresa não revela as expectativas de faturamento para 2011, mas Pecorari acredita em um ano de “desenvolvimento forte”. Embora a companhia tenha se apresentado de maneira muito grandiosa e até sólida, todo seu crescimento irá depender da concretização de que a computação em nuvem veio não apenas para ficar, mas substituir sistemas legados.

Pecorari parece entender a situação: “Temos de evangelizar o mercado. Mas a transição para nuvem é um fato irreversível e definitivamente atraente para qualquer tamanho de empresa e segmento da economia”, finaliza.

 

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