Plantronics lança portal para parceiros com CRM Salesforce
Claudio Raupp, ex-PSG, comandará PPS no Brasil
Locaweb lança programa de canais
HP aproveita Interop 2012 para abrir serviços a canais de networking com ServiceONE
“Já somos maiores que a Totvs no Brasil”, afirma presidente da SAP no País
Brasil será o quarto maior mercado de TIC do globo em 2022
4 pontos para se observar em cloud computing
Panasonic Toughbook anuncia programa de canais e busca ir "além do óbvio"
Parceiros precisam ir além da revenda, aconselha Mark Templeton
Mario Sergio Cortella fala sobre educação, economia e o papel do empresariado brasileiro
SaaS está no centro da estratégia da Citrix para canais
Barracuda almeja grandes empresas e crescimento de 200% no Brasil
Depois de 19 anos na principal categoria do automobilismo mundial, parece que chegou a hora do adeus de Barrichello. Pelo menos na Fórmula 1.
Os rumores são de que – o último remanescente da era Senna – será o mais novo piloto da Fórmula Indy (já está andando mais rápido do que o colega de equipe).
Mas, o meu comentário de hoje não é exatamente sobre velocidade, curvas e retas, mas sobre algo que vai mais além. Li e ouvi muito comentário debochado sobre este que foi o piloto que mais vezes correu de F1. Por que um piloto de sucesso, depois de quase duas décadas, não consegue, nem na “aposentadoria”, receber elogios?
Rubens foi uns dos pilotos mais respeitados por todos mecânicos e chefes de equipe: sabia corrigir o andamento do carro como poucos. Ele aprendeu com os melhores. Brincou de pilotar e viu Senna, Schumacher, Prost, Mansel, Berger e toda aquela turma que deu nome ao automobilismo (em categorias diferentes). Andou atrás e andou na frente. Foi presidente da associação dos pilotos. Vice-campeão de Fórmula 1 em 2002 e 2004.
Foram:
209 provas concluídas na zona de pontuação;
68 pódios (sendo o quinto piloto a subir mais vezes ao pódio da Fórmula 1);
658 pontos conquistados (sendo o 7º maior pontuador).
Mostrou pra muitos que o que vale mesmo é o coração, correndo com amor. O dinheiro veio em grande escala, mas como consequência. Ganhou dinheiro, conheceu o mundo e fez, durante toda a vida, o que ele mais gostava, correr. E correu muito.
É fato que também proporcionou momentos engraçados, caindo placas, soltando peças do carro na cabeça do Massa, “hoje não, hoje não, hoje sim”, enfim. Mas isso é pequeno perto do sucesso e da alegria que proporcionou. Ele foi o melhor piloto brasileiro desses anos sem o Senna.
Para os corneteiros de plantão (e o Brasil tem muitos), que preferem criticar a produzir, fica essa bonita história. Certamente mais bonita do que a de quem só sabe falar mal.
Falar é fácil, difícil é ir pra cima e progredir. Tem que ir com o coração.
Palmas para Rubens Barrichello!
OBS: como poderia substituir o mestre Ayrton Senna?
Ramiro Guerra Martini é natural de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Trabalhou durante alguns anos no setor público, o que o tornou um grande admirador do setor privado. Hoje, como empresário e presidente da Cinco TI, tem o objetivo de trazer informações, experiências e questionamentos aos leitores da CRN Online. Acredita - fielmente - que existe um novo modelo de se fazer negócios, com satisfação e alegria. Como diz o hino dos gaúchos \"sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra\".
Tributos
Coriolano Almeida Camargo
STF decide sobre Vale pagar dívida tributária
Carta ao Leitor
Haline Mayra
Disponibilidade para servir X lucratividade
Mauro Segura
Mauro Segura
A síndrome do elefante indiano
Prof. Lobão
Luis Augusto Lobão Mendes
Como criar novas plataformas de negócio
Knowledge Workers
Marcelo Yamada Araujo
É preciso ter um perfil nas redes sociais?