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Hoje é o primeiro dia do evento anual da NRF (National Retail Federation). Todas as atenções estavam voltada para saber a “temperatura” da economia americana. Nas primeiras palestras o clima foi de otimismo. Não se espera que o ano de 2010 seja nem melhor nem pior do que 2009. Os palestrantes dizem que a economia americana em 2010 será como foi em 2009. E isto, é confortante porque mostra uma estabilidade. O mercado financeiro fica tranqüilo quando existe previsibilidade. Portanto mesmo que a economia não cresça, a previsibilidade já garante um otimismo para o mercado. O impacto para o Brasil é positivo. Na verdade, o Brasil continua em lugar de grande destaque – mostrando-se como uma excelente opção de investimento. Várias empresas americanas e européias nos procuraram para saber como poderiam estabelecer seus escritórios ou pontos de presença no Brasil. Como diz meu sócio: “Todos os astros estão alinhados para que o Brasil tenha um excelente 2010”.
Acesse em http://growbizgroup.wordpress.com/ Orgulho BrasileiroFrederico Trajano (Magazine Luiza) foi convidado como palestrante para umas das sessões e contou com o maior número de participantes de todas as sessões daquele horário. A palestra impactou os participantes, mostrando como o Magazine Luiza trata seus clientes e sua estratégia de crescimento. O Jornal da NRF (distribuido a todos os participantes) escolheu o Frederico como matéria de capa colocando o Brasil em posição de grande destaque. Presença Brasileira no eventoNo primeiro dia o destaque ficou para o reencontro com representantes de diversas delegações vindas do Brasil. Embora ainda não tenha sido divulgado, já se fala em mais de 800 brasileiros no Retail Big Show da NRF 2010 (National Retail Federation). Isto demonstra a importância que as empresas depositam no evento ao enviarem seus executivos a Nova York para se autalizarem. Neste domingo, uma palestra do inglês Pierre Lever da Planet Retail apresentou resultados de uma pesquisa que identificou 6 fatores que colocam empresas varejistas na liderança. São eles:1. Percepção de valor pelo cliente2. Serviço ao cliente3. Conveniência4. Simplicidade nos processos5. Controle de estoques6. Shopper centricity (gestão da empresa direcionada para o cliente) As empresas apontadas na pesquisa como líderes em seus segmentos foram:· Walmart· Indtex (grupo incluindo a Zara)· Dolar General· Best Buy· Tesco
A tecnologia, até hoje, foi implementada nos níveis mais primitivos do varejo – reduzindo custos mas não atuando como fator de valor agregado aos negócios. A tecnologia para o varejo é implementada em 3 níveis:1) Nível de infra-estrutura – impressoras fiscais e POS – basicamente um requisito legal 2) Nível de transações – software de gestão da loja (frente de loja e retaguarda) – basicamente um sistema contábil, financeiro e de gestão de estoques3) Nível estratégico – este será o grande foco da tecnologia para o varejo nos próximos anos. Daqui sairão sistemas de apoio a decisões com modelos preditivos capazes de analisar o desempenho da loja, perfil e hábitos dos consumidores e recomendar preços, promoções, campanhas, alocação de funcionários, posição de produtos na loja (ou gôndolas). Neste momento, o software será um grande aliado para os negócios desempenhando um papel equivalente um grande número de excelentes especialistas.Espera-se que, já em 2010, tenhamos alguns casos de sucesso de produtos (software) oferecendo inteligência para o varejo.Mais informações em http://www.growbiz.com.br/freezone.htm
Hoje o cliente entra na loja e, através do seu celular, acessa a Internet buscando informações sobre as funcionalidades, preços e condições comerciais dos produtos. O consumidor, nesta situação, desafia o conhecimento do vendedor mudando a relação de barganha. O mesmo se aplica para o passageiro que está dentro de um taxi e, através do seu celular com GPS, acessa mapas e rotas, desafiando o conhecimento do taxista. Idem para o paciente que acessa informações sobre seus exames médicos, doenças e tratamentos, desafiando o conhecimento de seu médico.A mobilidade mudará a relação entre as pessoas. É apenas a ponta de um grande iceberg.
Abordou-se a adoção de padrões para desenvolvimento de sistemas de automação do varejo incluindo padrões de armazenamento de dados, transmissão de informações e interligação entre sistemas. Isto significa que o cliente (usuário) terá cada vez mais facilidade e liberdade para trocar de sistema. Para os fornecedores isto representa um grande desafio para manter os clientes, obrigando-os a buscar modelos inovadores de fidelização com prestação de serviços de alta qualidade
http://growbizgroup.wordpress.com/ (*) Esta newsletter foi escrita com base na opinião pessoal dos profissionais que participaram do grupo da GrowBiz que visitou a NRF, agregando seu conhecimento e experiência.
Marcelo Cherto é presidente do Grupo Cherto, que agora integra o GrowBiz Group, organização de consultoria especializada em Ocupação de Mercado através dos canais de marketing (revendas, distribuidores, filiais, franquias, porta-a-porta, representantes e outros). É membro do Global Advisory Board da Endeavor Global (ONG sediada em Nova York que apoia empreendedores em economias emergentes) e da Academia Brasileira de Marketing. Autor de diversos livros e de mais de 2.500 artigos publicados no Brasil e no Exterior.
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