Plantronics lança portal para parceiros com CRM Salesforce
Claudio Raupp, ex-PSG, comandará PPS no Brasil
Locaweb lança programa de canais
HP aproveita Interop 2012 para abrir serviços a canais de networking com ServiceONE
“Já somos maiores que a Totvs no Brasil”, afirma presidente da SAP no País
Brasil será o quarto maior mercado de TIC do globo em 2022
4 pontos para se observar em cloud computing
Panasonic Toughbook anuncia programa de canais e busca ir "além do óbvio"
Parceiros precisam ir além da revenda, aconselha Mark Templeton
Mario Sergio Cortella fala sobre educação, economia e o papel do empresariado brasileiro
SaaS está no centro da estratégia da Citrix para canais
Barracuda almeja grandes empresas e crescimento de 200% no Brasil
Vale a pena ler o artigo chamado “Empresas enfrentam desafios para usar o Twitter“, publicado recentemente no WSJ (The Wall Street ournal). O texto apresenta as aventuras e desventuras das empresas no uso do Twitter.
Ler esse excelente artigo faz emergir muitas perguntas de difícil resposta no uso do Twitter pelas empresas. Estamos todos aprendendo, mas a verdade é que é complicado pacas. São muitas variáveis, risco constante e eminente por tudo ser público, novas tecnologias e, para complicar ainda mais, tudo acontece em tempo real.
Quer se aventurar a responder algumas das perguntas? Eu estou atrás das respostas.
1- O comando do Twitter nas empresas deve ficar na área de Relações Públicas, em Marketing, em Vendas, no Atendimento ao Cliente? Onde? Quem? Deveria ter um único gestor? Vários? Como organizar isso?
2- Quantas contas de Twitter deveria ter uma empresa? Uma única conta? Seria uma conta corporativa? Ou muitas contas? Uma conta por linha de produto? Ou uma conta por área? Uma conta para Marketing, uma para Vendas, uma para o Atendimento ao Cliente?
3- Quem deveria ser o responsável por escrever e disparar os tweets emitidos das empresas? E responder os tweets recebidos? Qual o nível e onde?
4- Que experiência, senioridade e autonomia deveria ter o profissional (ou os profissionais) que alimenta o Twitter da empresa? Pode estagiário?
5- O Twitter é público, tudo que está lá é aberto. É a empresa falando para todos. Qualquer tema vira assunto público. Portanto, qual seria o melhor processo e critérios para decidir o que publicar no Twitter da empresa? Será que a área jurídica deveria se envolver?
6- Ôpa! Dada a afirmação do ítem 5, vale a pena repetir a pergunta 4 para pensar melhor.
Dado que tudo é público no Twitter e tudo pode ter dimensão global, que tipo de senioridade e autonomia deveria ter o profissional que cuida do Twitter da empresa?
7- Depois de responder todas as questões acima, será que a conta (ou as contas) do Twitter de uma empresa deveria estar sob comando e coordenação de uma agência de comunicação experiente no assunto?
8- Ok, se você respondeu “sim” para o item 7, então me responda: Existe alguém realmente experiente na implementação e gestão do Twitter em empresas? Ou estamos todos aprendendo? O artigo do WSJ sugere que estamos todos aprendendo e testando.
9- Imagine uma empresa que lida com centenas ou milhares de chamadas no call center diariamente. E que esse call center tem vários papéis, como atendimento ao cliente, vendas e marketing. Como integrar o atendimento no call center ao atendimento via Twitter? Como criar um modelo de operação no Twitter que atenda e satisfaça seus clientes?
10- Lembre-se, o Twitter não fecha no final do expediente. Como criar um modelo que atenda a demanda de agilidade e velocidade no Twitter, 24 horas por dia, 7 dias por semana?
Todas as respostas acima começarão com um “depende“. E, depois do “depende“, serão horas de discussão aparentemente sem fim para cada uma das perguntas. A sensação de frustração quase sempre aparece, pois as dúvidas são muito maiores que as certezas, os riscos parecem ser imensos e ninguém tem uma resposta certa, simples e garantida.
Nesse turbilhão de incertezas, muitas empresas entram no Twitter com a visão simplista de um espaço publicitário de 140 caracteres, onde a empresa dispara mensagens curtas para o mercado e clientes, numa relação de mão única. O Twitter é muito mais do que isso. A maioria dos usuários da ferramenta tem expectativa de se relacionar com suas empresas de preferência sob o contexto de rede social, esperando uma atividade genuína, esclarecedora e rápida das empresas no Twitter. O problema é que a maioria dos usuários querem dialogar, e as empresas querem falar.
Visite o blog AQO – A QUINTA ONDA
Mauro Segura tem mais de 20 anos de experiência em marketing, comunicação e vendas, sempre atuando em empresas de tecnologia e telecomunicações. Trabalhou na Unisys, Intelig e Embratel. Hoje é diretor de marketing e comunicação da IBM Brasil. É autor do blog A QUINTA ONDA ,onde escreve sobre comunicação e comportamento na era da sociedade digital. É formado em engenharia e tem pós-graduação em marketing e comunicação.
Tributos
Coriolano Almeida Camargo
STF decide sobre Vale pagar dívida tributária
Carta ao Leitor
Haline Mayra
Disponibilidade para servir X lucratividade
Mauro Segura
Mauro Segura
A síndrome do elefante indiano
Prof. Lobão
Luis Augusto Lobão Mendes
Como criar novas plataformas de negócio
Knowledge Workers
Marcelo Yamada Araujo
É preciso ter um perfil nas redes sociais?