Ingram Micro anuncia entrada no mercado de automação
Veja as fotos do prêmio Referências em TI 2013 da CRN Brasil
Comitê da Dell para Icahn: precisamos de mais informações
IBM oferecerá acesso gratuito a aplicações de marketing online para parceiros
HP lança dois híbridos e mostra foco em nova demanda de cliente
Itautec cria holding com a OKI para automação comercial e encerra área de computação
Para ser Referência em TI
Falta de confiança é o principal motivo para um canal “demitir” um fabricante
Conheça os vencedores do prêmio Referências em TI 2013
Resolução 13: empresas de TI são afetadas por nova norma tributária
10 temas e tecnologias (e oportunidades) que estão no radar dos CIOs
Big Data, mobilidade e cloud computing requerem novo modelo de segurança
Há algumas semanas venho discutindo com meus colegas de equipe a respeito de uma nova possibilidade para complicar um pouco mais o dia-a-dia já complexo da gestão de TI nas empresas: a consumerização de TI – também chamada de BYOD (Bring Your Own Device, ou Traga Seu Próprio Equipamento).
Em poucas palavras, a ideia é a seguinte: em lugar de impor aos seus usuários uma configuração padrão para desktops e notebooks, a unidade de TI da organização passa a aceitar – e talvez até mesmo a estimular mediante uma contribuição mensal ou anual – que os usuários tragam de casa e utilizem seus próprios equipamentos.
Bem, por que a empresa se engajaria em uma proposta como essa, que trará para dentro das fronteiras da empresa uma grande variedade de equipamentos (desktops, notebooks, tablets, smartphones, Raspberry Pi (!)), de diversos fabricantes (Lenovo, Dell, HP, Acer, Apple, Samsung, Bluesky, Coby, …) com diversos sistemas operacionais diferentes (iOS, Android 2.x/3.x/4.x, Linux, Windows XP/Vista/7/8/Mobile), uma grande variedade de softwares instalados e mecanismos de proteção que vão do Norton Internet Security completo até a mais assustadora ausência de qualquer proteção com vírus e invasões? (Acho que não pareci muito entusiasmado neste parágrafo…)
Há alguns motivos alegados – e um fato – para todo esse esforço.
O fato é que quase todos nós já estamos levandos nossos dispositivos para o trabalho: iPhones, iPods, iPads e smartphones e tablets rodando Android. Alguns de vez em quando ainda levam seu notebook ao trabalho – para instalar uma atualização ou simplesmente a caminho da faculdade – e terminam por utilizá-lo para fazer alguma coisinha no escritório.
Dentre os demais motivos alegados pelos vanguardistas do mercado estão a pronta disponibilidade do equipamento de trabalho para novos funcionários, a melhor configuração do equipamento adquirido pelo próprio usuário se comparado com o padrão vigente na empresa, a familiaridade com o equipamento (o que sugere maior produtividade) e (será?) a redução na imobilização de ativos (isto é, menos despesas comprando equipamentos).
Digamos que eu lhe oferecesse um auxílio financeiro – cinquenta reais mensais, digamos – você aderiria a um programa BYOD? Pense bem. Esse valor pode lhe ajudar a custear 50% de um novo equipamento a cada 12 meses.
Gostaria de ouvir sua opinião – escreva seu comentário!
P.S.: O movimento BYOD traz para a Gestão do Conhecimento um desafio adicional. É muito provável que ao fazer uso de seu próprio equipamento o knowledge worker faça uso de suas próprias ferramentas, e é natural que as retroalimente também. Assim, o knowledge worker do BYOD mais provavelmente emprestará seus recursos à organização em lugar de cedê-los a ela. Uma nova forma de trabalho possivelmente terá que ser proposta pela organização – um misto entre o acordo formal pela alimentação dos repositórios de conhecimento da empresa e a aceitação de que a relação worker-empresa é do tipo prestação de serviços, e não subordinação exclusiva.
Coordenador de projetos na unidade de Sistemas da Promon Engenharia. Graduado em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo, com especialização em Gestão do Conhecimento pela FGV de São Paulo e pelas Faculdades Senac de São Paulo. Certificado PMP pelo Project Management Institute (PMI) e auditor-líder em Segurança da Informação segundo a norma ISO 27001.
Análise de Mercado
Fernando Belfort
Papo de elevador com a SAP
Dicas corporativas
Pina Seminara Boffa
Você está preparado ?
Carta ao Leitor
Adriele Marchesini
O que eu não sei
Tributos
Coriolano Almeida Camargo
Imposto de Renda no Comércio Eletrônico
Reinventando a TI
Renato Carneiro
Escolha seus Clientes